terça-feira, 16 de novembro de 2010

-  Estende-se por uma área de 12 km², tendo uma densidade populacional de 2146 hab/km².
 - Pompeia, situada a 22 quilômetros da cidade de Nápoles, na Itália, no território do atual município de Pompeia.
 -  Pompeia possui cerca de 25 751 habitantes.
 -  A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto do ano 79 d.C.
                       
                   http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSt3F267nZFJ3vFaW1k8hTpNp3Y1hMeJ9PbLxoEKBGdT_sb9_zfLQ
Site: gazetamaringaense.blogspot.com
- Esta imagem representa pessoas e animais mortos (petrificados), pelo vulcão VESÚLVIO, pessoas de muitos formatos: com pernas encolhidas - esticadas - abertas - entrelaçadas, pessoas abraçadas, abraçando animais...

                   
Site: antiguidadesromanas.wordpress.com

--  Esta imagem mostra: colunas descascadas, sem cor, antigas, de formatos arredondados e alguns retangulares, ao centro há um poço e, atrás, uma escada que leva a outros restos de uma edificação.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Arquitetura em Roma

Arquitetura em Roma


















Henrique Moreira Dias de Matos



Professora :Wanice facure



Sexto ano



Data : 15/11/2010













A arquitetura romana foi influenciada pela arte dórica capitel liso, fuste largo, gordo e pesado; jônica ,capitel trabalhado em espiral e fuste fino e

coríntio, capitel trabalhado em folhas e fuste fino.







Obra com coluna dórica desgastada pelo tempo so com a parte de cima.

Descrição de coluna dórica :capitel liso ,fuste largo, gordo e pesado

Sem base.

A obra tem detalhes bem definidos. Fonte editorial de arte



O desenvolvimento da arte romana começou a partir do século II a.C., época em que Roma já dominava a totalidade do Mediterrâneo e avançava com passos firmes sobre o norte da Europa e a Ásia. Duas importantes culturas convergiram no período: a etrusca e a grega



Fonte editorial de arte

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pintura em roma

PINTURA ROMANA


Afresco da Vila dos Mistérios / abaixo, influência etrusca





O romano antigo não era um povo dotado de imaginação criadora e sensibilidade artística. Possuía era senso prático e político. Adaptou ao seu temperamento utilitarista, e, sobretudo, aos seus interesses políticos, as formas artísticas dos povos que ia conquistando e submetendo

As influências gregas foram as mais decisivas na sua arte. Recebeu-as primeiro através dos etruscos, povo industrioso de remotas e obscuras origens gregas, instalado no meio da península. Depois foram as influências das colônias gregas do sul da Itália e da Sicília. Finalmente influências diretas da Grécia, depois da conquista militar, quando em Roma se tornou moda adotar idéias e costumes gregos. Enquanto os gregos pensavam que as coisas úteis deveriam ser belas, os romanos diziam que o belo deveria ser útil.



Por isso, na técnica e na expressão, a pintura romana é uma variante da pintura grega das fases clássica e helenística. Apenas, por ser de caráter prático, o romano acentuou-lhe as finalidades decorativas, aplicando com maior freqüência à arquitetura, dando-lhe forte realismo.

fonte:blogspot tais luso       Aluno :LuisFelipe

Fonte: http://historianovest.blogspot.com/2009/02/tragedia-de-pompeia.html





¨ Nas horas que se seguiram à erupção do Vesúvio, morreram 16 mil habitantes de Pompéia, praticamente 80% de toda a população. Hoje, é possível reconstituir esta tragédia passo a passo, como se estivéssemos presente ¨



Fonte: http://historianovest.blogspot.com/2009/02/tragedia-de-pompeia.html





Pompéia foi devastada pela erupção do vulcão Vesúvio, juntamente a cidades vizinhas. Pessoas foram petrificadas com a lava, templos, casas e objetos foram conservados pela lava ate animais foram encontrados petrificados.



Nome:João Vitor Tomaz Ribeiro



Serie:6 ano



Professora:Wanice Facure

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

ARQUITETURA EM ROMA

A arte romana sofreu duas fortes influências: a da arte etrusca popular e voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza.


Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções.


ARQUITETURA




As características gerais da arquitetura romana são:

* busca do útil imediato, senso de realismo;

* grandeza material, realçando a idéia de força;

* energia e sentimento;

* predomínio do caráter sobre a beleza;

* originais: urbanismo, vias de comunicação, anfiteatro, termas.



As construção eram de cinco espécies, de acordo com as funções:



1) Religião: Templos

Pouco se conhece deles. Os mais conhecidos são o templo de Júpiter Stater, o de Saturno, o da Concórdia e o de César. O Panteão, construído em Roma durante o reinado do Imperador Adriano foi planejado para reunir a grande variedade de deuses existentes em todo o Império, esse templo romano, com sua planta circular fechada por uma cúpula, cria um local isolado do exterior onde o povo se reunia para o culto.



2) Comércio e civismo: Basílica

A princípio destinada a operações comerciais e a atos judiciários, a basílica servia para reuniões da bolsa, para tribunal e leitura de editos. Mais tarde, já com o Cristianismo, passou a designar uma igreja com certos privilégios. A basílica apresenta uma característica inconfundível: a planta retangular, (de quatro a cinco mil metros) dividida em várias colunatas. Para citar uma, a basílica Julia, iniciada no governo de Júlio César, foi concluída no Império de Otávio Augusto.



3) Higiene: Termas

Constituídas de ginásio, piscina, pórticos e jardins, as termas eram o centro social de Roma. As mais famosas são as termas de Caracala que, além de casas de banho, eram centro de reuniões sociais e esportes.



4) Divertimentos:

a) Circo: extremamente afeito aos divertimentos, foi de Roma que se originou o circo. Dos jogos praticados temos:

jogos circenses - corridas de carros;

ginásios - incluídos neles o pugilato;

jogos de Tróia - aquele em que havia torneios a cavalo;

jogos de escravos - executados por cavaleiros conduzidos por escravos;

Sob a influência grega, os verdadeiros jogos circenses romanos só surgiram pelo ano 264 a.C. Dos circos romanos, o mais célebre é o "Circus Maximus".



b) Teatro: imitado do teatro grego. O principal teatro é o de Marcelus. Tinha cenários versáteis, giratórios e retiráveis.



c) Anfiteatro: o povo romano apreciava muito as lutas dos gladiadores. Essas lutas compunham um espetáculo que podia ser apreciado de qualquer ângulo. Pois a palavra anfiteatro significa teatro de um e de outro lado. Assim era o Coliseu, certamente o mais belo dos anfiteatros romanos. Externamente o edifício era ornamentado por esculturas, que ficavam dentro dos arcos, e por três andares com as ordens de colunas gregas (de baixo para cima: ordem dórica, ordem jônica e ordem coríntia). Essas colunas, na verdade eram meias colunas, pois ficavam presas à estrutura das arcadas. Portanto, não tinham a função de sustentar a construção, mas apenas de ornamentá-la. Esse anfiteatro de enormes proporções chegava a acomodar 40.000 pessoas sentadas e mais de 5.000 em pé.



5) Monumentos decorativos

a) Arco de Triunfo: pórtico monumental feito em homenagem aos imperadores e generais vitoriosos. O mais famoso deles é o arco de Tito, todo em mármore, construído no Forum Romano para comemorar a tomada de Jerusalém.



b) Coluna Triunfal: a mais famosa é a coluna de Trajano, com seu característico friso em espiral

que possui a narrativa histórica dos feitos do Imperador em baixos-relevos no fuste. Foi erguida por ordem do Senado para comemorar a vitória de Trajano sobre os dácios e os partos.



6) Moradia: Casa

Era construída ao redor de um pátio chamada Atrio.







PINTURA



O Mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.

A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos.



Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado; que dava impressão de placas de mármore.



Segundo estilo: Os artistas começaram então a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais, aves e pessoas, formando um grande mural.

Terceiro estilo: representações fiéis da realidade e valorizou a delicadeza dos pequenos detalhes.



Quarto estilo: um painel de fundo vermelho, tendo ao centro uma pintura, geralmente cópia de obra grega, imitando um cenário teatral.



NOME:BRUNO PÔRTO.
SÉRIE:6ºANO.
PROF:WANICE FACURE.

FONTE:
www.historiadaarte.com.br/arteromana.html

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Arquitetura em Roma



                       Arquitetura em Roma
 

Imagem com coluna dórica capitel liso, fuste largo, gordo e pesado
Não possui muitas cores ,pois e uma imagem de muitos anos que
Foi desgastada pelo tempo.fonte: editorial arte




Henrique Moreira Dias

Professora Wanice  Facure

Sexto ano










A arquitetura romana foi influenciada pela arte dórica capitel liso, fuste largo, gordo e pesado; jônica ,capitel trabalhado em espiral e fuste fino e
Coríntio, capitel trabalhado em folhas e fuste fino.



Obra com coluna dórica desgastada pelo tempo  com a parte de cima.
Descrição de coluna dórica capitel liso, fuste largo, gordo e pesado
Sem base.
A obra tem detalhes bem definidos. Fonte editorial de arte



O desenvolvimento da arte romana começou a partir do século II a.C., época em que Roma já dominava a totalidade do Mediterrâneo e avançava com passos firmes sobre o norte da Europa e a Ásia. Duas importantes culturas convergiram no período: a etrusca e a grega. A primeira, presente desde o início, no século VIII a.C., se caracterizava por um acentuado orientalismo, fruto do estreito contato comercial que os estruscos mantinham com outros povos da bacia do Mediterrâneo. Quanto a influência grega, o processo de helenização dos romanos tornou-se intensivo a partir do século IV a.C. e se traduziu em todos os âmbitos da cultura: a escultura, a arquitetura, a literatura e, inclusive, a religião e a língua

Fonte editorial de arte

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Pintura em Pompéia

                


   No dia 24 de Agosto de 79, a cidade de Pompéia, foi arrasada pela erupção vulcânica do Vesúvio.No século XVIII foi encontrada vestígios dessa cidade romana,em bastante bom estado de preservação devido ás cinzas vulcânicas, que a cobriu por completo.




Está imagem apresenta uma mulher nua em cima de uma folha no mar, ao lado esquerdo aparece uma criança nua em cima de um golfinho, e segurando uma foice, ao lado direito um anjo nu está atrás da folha.

   Fonte:

Ana Carolina Sad Soares Barroso 6º ano
Professora: Wanice Facure

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Vida em Pompéia (Carolina Silvério)




Que lugar, em matéria de estalagens e adegas! Que lugar, por seus barbeiros, bordéis e as salas onde os muleiros jogavam dados interminavelmente. E, é claro, pelas Salas Termais, que faziam Pompéia tão conhecida, com seus banhos a vapor e piscinas, os sofás para massagens em muitas formas. Os pompeianos não eram apenas negociantes; eram engenheiros hidráulicos fora do comum: seu sistema de transportar a água por toda a cidade, em canos de chumbo, depois que ela chegava pelo aqueduto do rio Abellinum, a 28 quilômetros de distância, era superior ao de minha própria Nápoles.

Apesar do que dizem os romanos à socapa, os pompeianos longe estavam de ser um povo pagão. Tem-se dito que eles tinham mais cultos do que deuses. Honravam o Apolo dos gregos, compartilhando-o indiferentemente com Zeus Meilichios, Atena e até a egípcia Ísis. Roma, evidentemente, insistia em trazer a Tríade Capitolina, de Júpiter entre Minerva e Juno. Mas a principal, no entanto, era a deusa tutelar, a própria Vênus. E naturalmente, uma vez que esse era um povo que fazia vinho e vivia dele, esse velho e imortal saciador da carne, Dionísio. Alguns o chamavam de Baco; e garanto que fazia pouca diferença.

Já mencionei o grande número de tavernas, casa de vinho e locais de jogo; era um número considerável, mas talvez não excessivo.
http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
Percebe-se as imensas colunas paralelas umas as outras,eram pilares de um grandioso monumento;
colulas dóricas e júnicas são utilizadas nesse tipo de construção;
mármore é o material usado.

Carolina Silvério/ Rafael Silvério
Professora Wanice Facure
6° ano

Vida em Pompéia (Carolina Silvério)


Que lugar, em matéria de estalagens e adegas! Que lugar, por seus barbeiros, bordéis e as salas onde os muleiros jogavam dados interminavelmente. E, é claro, pelas Salas Termais, que faziam Pompéia tão conhecida, com seus banhos a vapor e piscinas, os sofás para massagens em muitas formas. Os cidadãos de Pompéia não eram apenas negociantes; eram engenheiros hidráulicos fora do comum: seu sistema de transportar a água por toda a cidade, em canos de chumbo, depois que ela chegava pelo aqueduto do rio Abellinum, a 28 quilômetros de distância, era superior ao de minha própria Nápoles
Apesar do que dizem os romanos à socapa, os pompeianos longe estavam de ser um povo pagão. Tem-se dito que eles tinham mais cultos do que deuses. Honravam o Apolo dos gregos, compartilhando-o indiferentemente com Zeus Meilichios, Atena e até a egípcia Ísis. Roma, evidentemente, insistia em trazer a Tríade Capitolina, de Júpiter entre Minerva e Juno. Mas a principal, no entanto, era a deusa tutelar, a própria Vênus. E naturalmente, uma vez que esse era um povo que fazia vinho e vivia dele, esse velho e imortal saciador da carne, Dionísio. Alguns o chamavam de Baco; e garanto que fazia pouca diferença.
Já mencionei o grande número de tavernas, casa de vinho e locais de jogo; era um número considerável, mas talvez não excessivo.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
 















  A imagem mostra as ruínas da cidade de Pompeia. Ela não era muito colorida ou as cores foram se degradando com o tempo. Acidade tinha muita grama mas poucas árvores .Era repleta de colunas de todos os tipos dóricas, jônicas e outras.  Uma cidade que se localizava perto do vulcão Vesúvio que a manteve soterrada esse tempo todo,a conservou, e hoje é importe fonte de pesquisas.  



Carolina Silvério
Prof. Wanice

Pintura Romana

 
Essa é a pintura de uma mulher,segurando um caderno de anotações e um lápis na boca.Ela usa um chale vermelho, uma blusa verde e um belo chapéu de abas curtas marrom,também usa um par de brincos de argolas douradas.È uma mulher com a aparência jovem e muito bonita,com sobrancelhas finas,olhos escuros,um nariz fino e uma boca pequena.
    O mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano,que foram soterradas pela erupção do vesúvio em 79a.C.Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos:  Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado;Dava a impressão de placas de mármore.Segundo estilo: os artistas começaram então,a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais,aves e pessoas,formando um grande mural.Terceiro estilo: representações fiéis de realidade valorizando a delicadeza de pequenos detalhes.Quarto estilo: um painél de fundo vermelho,tendo ao centro uma pintura,geralmente cópia de obra grega,imitando um cenário teatral.                                        Postado por: Bruna A.Rossetti; Série: sexto ano; Trabalho de arte; Professora: Wanice Facure. Fonte:www.historiadaarte.com.br/arteromana                                       

A arquitetura do Coliseu


O Coliseu, como não estava inserido numa zona de encosta, enterrado, tal como normalmente sucede com a maioria dos teatros e anfiteatros romanos. Em vez disso, possuía um "anel" artificial de rocha à sua volta, para garantir sustentação e, ao mesmo tempo, esta substrutura serve como ornamento ao edifício e como condicionador da entrada dos espectadores. Tal como foi referido anteriormente, possuía três pisos, sendo mais tarde adicionado um outro. É construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros). A sua planta elíptica mede dois eixos que se estendem aproximadamente de 190 metros por 155 metros. A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jónicas e coríntias, de acordo com o pavimento em que se encontravam. Esta subdivisão deve-se ao facto de ser uma construção essencialmente vertical, criando assim uma diversificação do espaço.
A arena (87,5 m por 55 m) possuía um piso de madeira, normalmente coberto de areia para absorver o sangue dos combates (certa vez foi colocada água na representação de uma batalha naval), sob o qual existia um nível subterrâneo com celas e jaulas que tinham acessos diretos para a arena.Alguns detalhes dessa construção, como a cobertura removível que poupava os espectadores do sol, são bastante interessantes, e mostram o refinamento atingido pelos construtores romanos. Formado por cinco anéis concêntricos de arcos abóbadas, o Coliseu representa bem o avanço introduzido pelos romanos à engenharia de estruturas.Esses arcos são de concreto (de cimento natural) revestidos por alvenaria. Na verdade, a alvenaria era construída simultaneamente e já servia de forma para a concretagem.
Os assentos eram em mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, sector destinado à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. O pulvinar, a tribuna imperial, encontrava-se situada no podium e era balizada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados. Rampas no interior do edifício facilitavam o acesso às várias zonas de onde podiam visualizar o espectáculo, sendo protegidos por uma barreira e por uma série de arqueiros posicionados numa passagem de madeira, para o caso de algum acidente. Por cima dos muros ainda são visíveis as mísulas, que sustentavam o velarium, enorme cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores e, nos subterrâneos, ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro.
             Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coliseu_de_Roma
              
              
                De: Lucas de Oliveira Estevam

                prof: Wanice

                ano:5° serie/6° ano

sábado, 23 de outubro de 2010

Escultura de Pompeia

                                             Escultura da Roma Antiga (da qual Pompeia fazia parte).


                                      Escultura tambem Romana
(acredita-se que era usado um mesmo padrão,assim, como Pompeia fazia parte de Roma,as esculturas de Pompeia eram mais ou menos como as acima).
 
As esculturas, em sua totalidade, eram cópias de originais gregos, e atualmente se encontram no Museu de Nápoles.

                                                                Escultura Romana.

Fontes: http://www.companiarte.hpg.com.br/html/pompeia/antes_arte.htm
            http://www.portalsaofrancisco.com.br
            http://www.setecolinasderoma.webs.com


Postado Por:Lara Carvalho.

Série:5ª/6º Ano.

Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pintura de Pompeia

A pintura mural (afrescos) recorreu ao efeito da trimensionalidade. Os afrescos da cidade de Pompéia
(soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.
 Cenas do cotidiano, figuras mitológicas e religiosas e conquistas militares foram temas das pinturas romanas.
 Os arqueólogos acharam também objetos e  afrescos (pinturas em paredes) que revelaram importantes
 aspectos do cotidiano dessa cidade.

Esta técnica de pintura é bastante antiga. Na cidade arqueológica de Pompéia, que foi destruída pela erupção do vulcão Vesúvio, os arqueólogos encontraram vários afrescos que mostraram cenas da vida cotidiana da civilização romana.
Os arqueólogos da era vitoriana que fizeram escavações sistemáticas nas antigas ruínas de Pompéia ficaram chocados com o que viram. Entre os belos afrescos e obras de arte encontraram muitas pinturas e esculturas que retratavam sexo explícito. Escandalizadas com sua natureza libidinosa, as autoridades as guardaram em museus secretos. Para classificar esses artefatos explícitos, cunharam o termo “pornografia” (do grego pornē prostituta, e grafos, escritos sobre).


Pintura do Museu Arqueológico de Nápoles.






 
Um concerto sem público,nas ruínas da cidade de Pompeia.

Fontes:http://www.yahoo.com.br
http://www.suapesquisa.com.br
http://www.blogbelavida.pop.com.br
http://www.detroitishere.blogspot.com

Postado Por: Karolina S. Duarte.

Série:5ª/6º Ano

Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.

O dia da grande erupção do vulcão Vesúvio.


Os moradores de Pompéia nunca souberam o que os atingiu. Não sabiam o que era um vulcão - a palavra nem existia em latim. Aqueles que sobreviveram, no entanto, jamais esqueceriam seu impacto


O dia 24 de agosto de 79 amanheceu em Pompéia sem qualquer prenúncio de anormalidade. O comércio abriu suas portas às 8 horas, como de costume, mas os negócios estavam abaixo do normal. É provável que muita gente ainda estivesse dormindo, já que na noite anterior os moradores da cidade, como de todo o Império Romano haviam ido às lutas de gladiadores, peças de teatro e tomado muito, muito vinho: tudo em celebração a Vulcano, deus do fogo (uma mera – e incrível – coincidência com os fatos que ocorreriam a seguir).

Situada no pé do monte Vesúvio,às margens do que hoje conhecemos como baía de Nápoles, Pompéia era uma cidade próspera, com cerca de 20 mil moradores. Toda murada, tinha uma área urbana – onde se concentravam residências e casas comerciais como padarias, bares, lavanderias, bancos e banhos públicos – e uma rural, ocupada por grandes propriedades dedicadas à agricultura, onde se plantando quase tudo dava: principalmente trigo, azeitona e uva para a produção do famoso vinho da cidade. O centro urbano de Pompéia consistia de uma parte mais antiga, construída pelo povo itálico séculos antes de a cidade tornar-se colônia romana, em 80 a.C., e outra mais recente, com duas ruas principais, que cortavam a cidade nos sentidos norte-sul e leste-oeste, e quarteirões regulares. “Além da agricultura favorecida pelas terras produtivas da região, era o porto às margens do mar Mediterrâneo que garantia a saúde econômica de Pompéia”, diz a historiadora Lourdes Condes Feitosa, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Barcos chegavam o tempo todo trazendo comerciantes estrangeiros, sobretudo fenícios. Podia-se comprar de tudo no porto de Pompéia, desde macacos africanos e canela da China até escravos e escravas orientais, famosas por seus truquezinhos sexuais. E circulava muito dinheiro por ali.


A quinta-feira era apenas mais um dia de calor. Eram pouco mais de 10 horas quando um forte estrondo foi ouvido. Seguido de um abalo. No horizonte, uma densa nuvem preta se ergueu sobre o VesúvioA 30 quilômetros dali, um dos mais brilhantes homens de seu tempo escutou o barulho. Em sua casa de campo em Miceno, estava Plínio, o Velho, uma das maiores autoridades em fenômenos naturais da época (uma espécie de Darwin do século 1) e autor dos 37 volumes de História Natural. De acordo com o pesquisador Andrew Wallace-Hadrill, diretor da Escola Britânica em Roma e especialista em Pompéia, Plínio foi surpreendido pela explosão do Vesúvio. “Até aquela data, a única coisa que ele havia registrado sobre o assunto foram as marcas de queimada no topo do Vesúvio”, afirma Wallace-Hadrill. Hoje se sabe que a última erupção do Vesúvio, antes daquela manhã havia ocorrido por volta de 1800 a.C.

Não se sabe exatamente quantas pessoas morreram em Pompéia, Herculano, Estábia e redondezas. “É impossível precisar quantas pessoas conseguiram fugir por mar ou que sobreviveram ao inferno provocado pela erupção do Vesúvio”, diz Pesando. Segundo ele, a simples recuperação de corpos indicaria um número entre 2 mil a 4 mil vítimas. Mas outra linha de pesquisadores, que toma como base os registros de moradores da região, acredita que o mortos podem chegar a 17 mil



Fonte: http://historia.abril.com.br/fatos/furia-vulcano-pompeia-433930.shtml


Postado por : Bárbara Balduino'.