domingo, 31 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Vida em Pompéia (Carolina Silvério)
Que lugar, em matéria de estalagens e adegas! Que lugar, por seus barbeiros, bordéis e as salas onde os muleiros jogavam dados interminavelmente. E, é claro, pelas Salas Termais, que faziam Pompéia tão conhecida, com seus banhos a vapor e piscinas, os sofás para massagens em muitas formas. Os pompeianos não eram apenas negociantes; eram engenheiros hidráulicos fora do comum: seu sistema de transportar a água por toda a cidade, em canos de chumbo, depois que ela chegava pelo aqueduto do rio Abellinum, a 28 quilômetros de distância, era superior ao de minha própria Nápoles.
Apesar do que dizem os romanos à socapa, os pompeianos longe estavam de ser um povo pagão. Tem-se dito que eles tinham mais cultos do que deuses. Honravam o Apolo dos gregos, compartilhando-o indiferentemente com Zeus Meilichios, Atena e até a egípcia Ísis. Roma, evidentemente, insistia em trazer a Tríade Capitolina, de Júpiter entre Minerva e Juno. Mas a principal, no entanto, era a deusa tutelar, a própria Vênus. E naturalmente, uma vez que esse era um povo que fazia vinho e vivia dele, esse velho e imortal saciador da carne, Dionísio. Alguns o chamavam de Baco; e garanto que fazia pouca diferença.
Já mencionei o grande número de tavernas, casa de vinho e locais de jogo; era um número considerável, mas talvez não excessivo.
http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
Percebe-se as imensas colunas paralelas umas as outras,eram pilares de um grandioso monumento;
colulas dóricas e júnicas são utilizadas nesse tipo de construção;
mármore é o material usado.
Carolina Silvério/ Rafael Silvério
Professora Wanice Facure
6° ano
Vida em Pompéia (Carolina Silvério)
Que lugar, em matéria de estalagens e adegas! Que lugar, por seus barbeiros, bordéis e as salas onde os muleiros jogavam dados interminavelmente. E, é claro, pelas Salas Termais, que faziam Pompéia tão conhecida, com seus banhos a vapor e piscinas, os sofás para massagens em muitas formas. Os cidadãos de Pompéia não eram apenas negociantes; eram engenheiros hidráulicos fora do comum: seu sistema de transportar a água por toda a cidade, em canos de chumbo, depois que ela chegava pelo aqueduto do rio Abellinum, a 28 quilômetros de distância, era superior ao de minha própria Nápoles
Apesar do que dizem os romanos à socapa, os pompeianos longe estavam de ser um povo pagão. Tem-se dito que eles tinham mais cultos do que deuses. Honravam o Apolo dos gregos, compartilhando-o indiferentemente com Zeus Meilichios, Atena e até a egípcia Ísis. Roma, evidentemente, insistia em trazer a Tríade Capitolina, de Júpiter entre Minerva e Juno. Mas a principal, no entanto, era a deusa tutelar, a própria Vênus. E naturalmente, uma vez que esse era um povo que fazia vinho e vivia dele, esse velho e imortal saciador da carne, Dionísio. Alguns o chamavam de Baco; e garanto que fazia pouca diferença.
Já mencionei o grande número de tavernas, casa de vinho e locais de jogo; era um número considerável, mas talvez não excessivo.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
A imagem mostra as ruínas da cidade de Pompeia. Ela não era muito colorida ou as cores foram se degradando com o tempo. Acidade tinha muita grama mas poucas árvores .Era repleta de colunas de todos os tipos dóricas, jônicas e outras. Uma cidade que se localizava perto do vulcão Vesúvio que a manteve soterrada esse tempo todo,a conservou, e hoje é importe fonte de pesquisas.
Carolina Silvério
Prof. Wanice
Pintura Romana
O mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano,que foram soterradas pela erupção do vesúvio em 79a.C.Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos: Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado;Dava a impressão de placas de mármore.Segundo estilo: os artistas começaram então,a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais,aves e pessoas,formando um grande mural.Terceiro estilo: representações fiéis de realidade valorizando a delicadeza de pequenos detalhes.Quarto estilo: um painél de fundo vermelho,tendo ao centro uma pintura,geralmente cópia de obra grega,imitando um cenário teatral. Postado por: Bruna A.Rossetti; Série: sexto ano; Trabalho de arte; Professora: Wanice Facure. Fonte:www.historiadaarte.com.br/arteromana
A arquitetura do Coliseu

O Coliseu, como não estava inserido numa zona de encosta, enterrado, tal como normalmente sucede com a maioria dos teatros e anfiteatros romanos. Em vez disso, possuía um "anel" artificial de rocha à sua volta, para garantir sustentação e, ao mesmo tempo, esta substrutura serve como ornamento ao edifício e como condicionador da entrada dos espectadores. Tal como foi referido anteriormente, possuía três pisos, sendo mais tarde adicionado um outro. É construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros). A sua planta elíptica mede dois eixos que se estendem aproximadamente de 190 metros por 155 metros. A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jónicas e coríntias, de acordo com o pavimento em que se encontravam. Esta subdivisão deve-se ao facto de ser uma construção essencialmente vertical, criando assim uma diversificação do espaço.
A arena (87,5 m por 55 m) possuía um piso de madeira, normalmente coberto de areia para absorver o sangue dos combates (certa vez foi colocada água na representação de uma batalha naval), sob o qual existia um nível subterrâneo com celas e jaulas que tinham acessos diretos para a arena.Alguns detalhes dessa construção, como a cobertura removível que poupava os espectadores do sol, são bastante interessantes, e mostram o refinamento atingido pelos construtores romanos. Formado por cinco anéis concêntricos de arcos abóbadas, o Coliseu representa bem o avanço introduzido pelos romanos à engenharia de estruturas.Esses arcos são de concreto (de cimento natural) revestidos por alvenaria. Na verdade, a alvenaria era construída simultaneamente e já servia de forma para a concretagem.
Os assentos eram em mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, sector destinado à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. O pulvinar, a tribuna imperial, encontrava-se situada no podium e era balizada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados. Rampas no interior do edifício facilitavam o acesso às várias zonas de onde podiam visualizar o espectáculo, sendo protegidos por uma barreira e por uma série de arqueiros posicionados numa passagem de madeira, para o caso de algum acidente. Por cima dos muros ainda são visíveis as mísulas, que sustentavam o velarium, enorme cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores e, nos subterrâneos, ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coliseu_de_RomaDe: Lucas de Oliveira Estevam
prof: Wanice
ano:5° serie/6° ano
sábado, 23 de outubro de 2010
Escultura de Pompeia
Escultura da Roma Antiga (da qual Pompeia fazia parte).
Escultura tambem Romana
(acredita-se que era usado um mesmo padrão,assim, como Pompeia fazia parte de Roma,as esculturas de Pompeia eram mais ou menos como as acima).
As esculturas, em sua totalidade, eram cópias de originais gregos, e atualmente se encontram no Museu de Nápoles.
Escultura Romana.
Fontes: http://www.companiarte.hpg.com.br/html/pompeia/antes_arte.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br
http://www.setecolinasderoma.webs.com
Postado Por:Lara Carvalho.
Série:5ª/6º Ano.
Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.
Escultura tambem Romana
(acredita-se que era usado um mesmo padrão,assim, como Pompeia fazia parte de Roma,as esculturas de Pompeia eram mais ou menos como as acima).
As esculturas, em sua totalidade, eram cópias de originais gregos, e atualmente se encontram no Museu de Nápoles.
Escultura Romana.
Fontes: http://www.companiarte.hpg.com.br/html/pompeia/antes_arte.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br
http://www.setecolinasderoma.webs.com
Postado Por:Lara Carvalho.
Série:5ª/6º Ano.
Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Pintura de Pompeia
A pintura mural (afrescos) recorreu ao efeito da trimensionalidade. Os afrescos da cidade de Pompéia
(soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.
Cenas do cotidiano, figuras mitológicas e religiosas e conquistas militares foram temas das pinturas romanas.
Os arqueólogos acharam também objetos e afrescos (pinturas em paredes) que revelaram importantes
aspectos do cotidiano dessa cidade.
Esta técnica de pintura é bastante antiga. Na cidade arqueológica de Pompéia, que foi destruída pela erupção do vulcão Vesúvio, os arqueólogos encontraram vários afrescos que mostraram cenas da vida cotidiana da civilização romana.
Os arqueólogos da era vitoriana que fizeram escavações sistemáticas nas antigas ruínas de Pompéia ficaram chocados com o que viram. Entre os belos afrescos e obras de arte encontraram muitas pinturas e esculturas que retratavam sexo explícito. Escandalizadas com sua natureza libidinosa, as autoridades as guardaram em museus secretos. Para classificar esses artefatos explícitos, cunharam o termo “pornografia” (do grego pornē prostituta, e grafos, escritos sobre).
Pintura do Museu Arqueológico de Nápoles.
Um concerto sem público,nas ruínas da cidade de Pompeia.
Fontes:http://www.yahoo.com.br
http://www.suapesquisa.com.br
http://www.blogbelavida.pop.com.br
http://www.detroitishere.blogspot.com
Postado Por: Karolina S. Duarte.
Série:5ª/6º Ano
Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.
(soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.
Cenas do cotidiano, figuras mitológicas e religiosas e conquistas militares foram temas das pinturas romanas.
Os arqueólogos acharam também objetos e afrescos (pinturas em paredes) que revelaram importantes
aspectos do cotidiano dessa cidade.
Esta técnica de pintura é bastante antiga. Na cidade arqueológica de Pompéia, que foi destruída pela erupção do vulcão Vesúvio, os arqueólogos encontraram vários afrescos que mostraram cenas da vida cotidiana da civilização romana.
Os arqueólogos da era vitoriana que fizeram escavações sistemáticas nas antigas ruínas de Pompéia ficaram chocados com o que viram. Entre os belos afrescos e obras de arte encontraram muitas pinturas e esculturas que retratavam sexo explícito. Escandalizadas com sua natureza libidinosa, as autoridades as guardaram em museus secretos. Para classificar esses artefatos explícitos, cunharam o termo “pornografia” (do grego pornē prostituta, e grafos, escritos sobre).
Pintura do Museu Arqueológico de Nápoles.
Um concerto sem público,nas ruínas da cidade de Pompeia.
Fontes:http://www.yahoo.com.br
http://www.suapesquisa.com.br
http://www.blogbelavida.pop.com.br
http://www.detroitishere.blogspot.com
Postado Por: Karolina S. Duarte.
Série:5ª/6º Ano
Trabalho de Artes Professora Wanice Facure.
O dia da grande erupção do vulcão Vesúvio.
Os moradores de Pompéia nunca souberam o que os atingiu. Não sabiam o que era um vulcão - a palavra nem existia em latim. Aqueles que sobreviveram, no entanto, jamais esqueceriam seu impacto
O dia 24 de agosto de 79 amanheceu em Pompéia sem qualquer prenúncio de anormalidade. O comércio abriu suas portas às 8 horas, como de costume, mas os negócios estavam abaixo do normal. É provável que muita gente ainda estivesse dormindo, já que na noite anterior os moradores da cidade, como de todo o Império Romano haviam ido às lutas de gladiadores, peças de teatro e tomado muito, muito vinho: tudo em celebração a Vulcano, deus do fogo (uma mera – e incrível – coincidência com os fatos que ocorreriam a seguir).
Situada no pé do monte Vesúvio,às margens do que hoje conhecemos como baía de Nápoles, Pompéia era uma cidade próspera, com cerca de 20 mil moradores. Toda murada, tinha uma área urbana – onde se concentravam residências e casas comerciais como padarias, bares, lavanderias, bancos e banhos públicos – e uma rural, ocupada por grandes propriedades dedicadas à agricultura, onde se plantando quase tudo dava: principalmente trigo, azeitona e uva para a produção do famoso vinho da cidade. O centro urbano de Pompéia consistia de uma parte mais antiga, construída pelo povo itálico séculos antes de a cidade tornar-se colônia romana, em 80 a.C., e outra mais recente, com duas ruas principais, que cortavam a cidade nos sentidos norte-sul e leste-oeste, e quarteirões regulares. “Além da agricultura favorecida pelas terras produtivas da região, era o porto às margens do mar Mediterrâneo que garantia a saúde econômica de Pompéia”, diz a historiadora Lourdes Condes Feitosa, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Barcos chegavam o tempo todo trazendo comerciantes estrangeiros, sobretudo fenícios. Podia-se comprar de tudo no porto de Pompéia, desde macacos africanos e canela da China até escravos e escravas orientais, famosas por seus truquezinhos sexuais. E circulava muito dinheiro por ali.
A quinta-feira era apenas mais um dia de calor. Eram pouco mais de 10 horas quando um forte estrondo foi ouvido. Seguido de um abalo. No horizonte, uma densa nuvem preta se ergueu sobre o VesúvioA 30 quilômetros dali, um dos mais brilhantes homens de seu tempo escutou o barulho. Em sua casa de campo em Miceno, estava Plínio, o Velho, uma das maiores autoridades em fenômenos naturais da época (uma espécie de Darwin do século 1) e autor dos 37 volumes de História Natural. De acordo com o pesquisador Andrew Wallace-Hadrill, diretor da Escola Britânica em Roma e especialista em Pompéia, Plínio foi surpreendido pela explosão do Vesúvio. “Até aquela data, a única coisa que ele havia registrado sobre o assunto foram as marcas de queimada no topo do Vesúvio”, afirma Wallace-Hadrill. Hoje se sabe que a última erupção do Vesúvio, antes daquela manhã havia ocorrido por volta de 1800 a.C.
Não se sabe exatamente quantas pessoas morreram em Pompéia, Herculano, Estábia e redondezas. “É impossível precisar quantas pessoas conseguiram fugir por mar ou que sobreviveram ao inferno provocado pela erupção do Vesúvio”, diz Pesando. Segundo ele, a simples recuperação de corpos indicaria um número entre 2 mil a 4 mil vítimas. Mas outra linha de pesquisadores, que toma como base os registros de moradores da região, acredita que o mortos podem chegar a 17 mil
Fonte: http://historia.abril.com.br/fatos/furia-vulcano-pompeia-433930.shtml
Postado por : Bárbara Balduino'.
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