Que lugar, em matéria de estalagens e adegas! Que lugar, por seus barbeiros, bordéis e as salas onde os muleiros jogavam dados interminavelmente. E, é claro, pelas Salas Termais, que faziam Pompéia tão conhecida, com seus banhos a vapor e piscinas, os sofás para massagens em muitas formas. Os pompeianos não eram apenas negociantes; eram engenheiros hidráulicos fora do comum: seu sistema de transportar a água por toda a cidade, em canos de chumbo, depois que ela chegava pelo aqueduto do rio Abellinum, a 28 quilômetros de distância, era superior ao de minha própria Nápoles.
Apesar do que dizem os romanos à socapa, os pompeianos longe estavam de ser um povo pagão. Tem-se dito que eles tinham mais cultos do que deuses. Honravam o Apolo dos gregos, compartilhando-o indiferentemente com Zeus Meilichios, Atena e até a egípcia Ísis. Roma, evidentemente, insistia em trazer a Tríade Capitolina, de Júpiter entre Minerva e Juno. Mas a principal, no entanto, era a deusa tutelar, a própria Vênus. E naturalmente, uma vez que esse era um povo que fazia vinho e vivia dele, esse velho e imortal saciador da carne, Dionísio. Alguns o chamavam de Baco; e garanto que fazia pouca diferença.
Já mencionei o grande número de tavernas, casa de vinho e locais de jogo; era um número considerável, mas talvez não excessivo.
http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
Percebe-se as imensas colunas paralelas umas as outras,eram pilares de um grandioso monumento;
colulas dóricas e júnicas são utilizadas nesse tipo de construção;
mármore é o material usado.
Carolina Silvério/ Rafael Silvério
Professora Wanice Facure
6° ano
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